"queer"



Não necessita de mais nada. Basta o vídeo.

ps: eu disse que era uma musica, também.

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evil no twitter

MyBrute não foi o suficiente, aqui estou recomendando mais uma inutilidade digital na qual acabei de adentrar.

O Twitter é a nova modinha interneteira. E como tudo na grande rede, consegue ser inútil pois no final das contas é um miniblog cheio de gente querendo expor suas vidinhas mediocres, mas também interessante porque tem gente boa vomitando informações, fatos jornalisticos ou atualizando info sobre coisas que gosto como alguns programas de televisão que acompanho.

Me sigam lá.

http://twitter.com/evilgambit

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samurai moderno



Macchi Isao é o verdadeiro samurai moderno.

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o mais forte



Partida entre Justin Wong (americano) e o Daigo Umehara no campeonato internacional de SFIV que rolou à alguns dias em São Francisco, EUA.

Umehara Daigo, novamente, detonou Justin Wong. Esse japonês ficou MUITO famoso na época do SFIII, com sua habilidade assombrosa para uso do parry demonstrada em vídeos no youtube. Mas a real habilidade dele esta em ser MESTRE com o Ryu. E em qualquer jogo da série.

Eu jogo sempre com o Ryu, para mim ele é o ícônico e também o mais equilibrado e carismático dos personagens, acho que de todos os jogos de luta que tem por aí. Aprender a jogar com ele é simples até, masterizar é que é complicado. Desde os primeiros jogos da série ele sofreu sutis alterações, enquanto que toda uma nova gama de lutadores surgiram. Aprender a se safar de novas apelações e golpes agressivos de novos e antigos personagens é um processo de aprendizado. Sempre em busca do mais forte.

E o Daigo representa bem isso. O Ryu com ele é um bicho quase invencível.

No vídeo acima ele simplesmente estuprou o norte americano. O vídeo abaixo, contra o sul coreano Poongko é bem mais competitivo, apreciem:



Essa é a luta mais foda que eu já vi em SFIV até agora.

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seriados e seriados



Ando acompanhando religiosamente alguns seriados. Dois merecem comentários aqui. E não é a primeira vez que falo de ambos.

Sarah Connor Chronicles dá sequência aos eventos de Terminator 2. Seriado baseado em uma mítica franquia do cinema poderia dar em duas coisas: bosta completa que desonrasse por completo o legado de James Cameron ou algo recomenpensador para os fãs.

Eu sempre achei que fosse bem improvável que SCC se tornasse uma série aberta a qualquer tipo de espectador e mesmo assim boa. Veja Smallville que pega o universo de Super Homem e torna algo abobalhado mas maintream e nerd free. É assim que funciona, se é para todos é superficial, bobo, e não faz jus aos que os fãs esperam.

SCC se apropria dos fatos ocorridos no segundo filme da série, ignora o terceiro filme (mal visto pelos fãs) e expande seu universo de personagens e a própria história em si, é como se as duas temporadas se condensadas se tornassem um novo filme, um verdadeiro Terminator 3.

E desta vez não vou babar ovo para a beleza de Summer Glau, a real beleza de SCC é o respeito com os fãs. Em duas temporadas eles conseguiram criar um novo arco, novos inimigos e o mais importantes, improváveis e importantes aliados para o líder John Connor no futuro contra Skynet. Claro, teve episódios excelentes e outros nem tanto, mas agora, terminada a segunda temporada, é evidente um gosto adocicado na boca de cada fã que acompanhou este belo seriado de TV.

Descrente com a audiência do seriado na TV norte americana, a FOX já teria dado a entender que não haveria uma terceira temporada. Eis que o último capítulo da segunda temporada responde inumeras questões, consegue amarrar várias pontas e finaliza brilhantemente uma visão própria, coerente e muito criativa tendo como base os filmes.

Coisa fina, mesmo.



Com menos entusiasmo venho acompanho também o LOST. As duas primeiras temporadas foram a sensação da Internet, a terceira temporada foi uma decepção sem tamanho dada a enrolação de deixar Cris Carter envergonhado. O povo que produz essa insanidade pareceu ter acordado e tivemos uma quarta temporada realmente interessante, vejam só, eles até começaram a responder algumas questões.

SIM, EM LOST, ELES RESOLVERAM EXPLICAR ALGUMAS COISAS.

A quinta, atual, temporada começou em quinta marcha. Muita coisa rolou e derrepente todo mundo caiu em um lance de ficção científica de torrar neurônios. Viagens no tempo e o tema sobrenatural era algo que eu realmente achei que não cabia neste seriado, mas até que esta ficando interessante. Outra coisa bacana é que eles não estão desgastando toda a temporada em torno um assunto, acabei de assistir o 13º episódio da temporada e muita coisa estranha aconteceu. E respondendo muitas dúvidas dos fãs também. SIM! RESPOSTAS!!

Mas mesmo assim é incomoda a sensação de se estar perdido. Pessoalmente eu não gosto muito. Na época da estréia de Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel, eu não resisti e li o livro para saber o que diabos aconteceria com a merda daquele anel, mas com Lost não dá para fazer isso.

Mas então porque continuo acompanhando este seriado?

Neste 13º episódio, totalmente focado no Miles (o oriental que conversa com defuntos) existe uma analogia entre paternidade e o Retorno de Jedi (sim, eu não escrevi errado). Eu vou te dizer, meu personagem preferido de LONGE é o Hugo. E neste mais uma vez ele deixou isso bem claro. Quem não acompanha o seriado não vai entender, quem assistiu (e curte SW) deve estar com um sorriso de orelha a orelha. O que faz Lost ser tão cativante são seus personagens. O tais explicações para tudo podem ter ido para o vinagre, mas os personagens já estão crescidos e fincados na mente dos fãs.

E isso é bem dificil de se fazer em tempos de efeitos especiais e kung fu com cordinhas.

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clubinho da luta



http://evilgamboto.mybrute.com/

Clique na URL acima, monte seu lutador e enfrente o glorioso EVILGAMBOTO.

Joguinho em flash plenamente viciante. Joguem e matem tempo no serviço.

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nem tudo esta perdido



Não é preciso assistir Dragonball Evolution para sacar que esta porcaria de filme é direcionado para crianças de 9 anos de idade. E não para os fãs, que cresceram assistindo a saga de Goku e seus rivais e companheiros.

Imagine Cavaleiro das Trevas, filme adaptado com carinho para os fãs do morcego, se ele fosse feito para crianças de 9 anos e baseado naquele seriado da tia do bátima. É mais ou menos isso.

Eu não fui ver, quase fui. Mas acho que os deuses me protegeram dessa.

Na verdade eu até tinha me esquecido do filme por conta do Dragon Ball Kai que estreiou no Japão no último dia 5. É o mesmo anime que começou no final da década de 80 mas com as seguintes novidades:

- Abertura e finalização redesenhados em HD (720p).
- Novas canções na abertura e finalização.
- Cortado para o formato wide (16:9)
- Trilha sonora remasterizada, refeita em muitas partes e redublado.
- Os quase 300 episódios irão enxugar para algo próximo de 100. Tudo isso porque Akira Toriyama esta supervisionando a versão kai (que em japonês significa remake)

Eu já assisti dois episódios, e deu para perceber a mão do Toriyama de cara. Ele gosta de preencher os personagens com certa bagagem, eles não estão ali por acaso e logo nos primeiros episódios temos cenas exclusivas para validar a vinda dos sayajins e um resumo gratificante da história de Son Goku na Terra. Porém essas cenas extras não foram exatamente redesenhadas mas aproveitadas de outros momentos do seriado e do especial de TV, aquele de Bardock, o pai de Son.

Alguns momentos ganharam mais quadros de movimentos, um efeito foi adicionado aqui, outro ali. Mas a impressão que fica é que é a mesma coisa de antigamente. O que não é exatamente ruim para fãs de verdade, mas desaponta o fato de só a abertura e finalização ser em HD. O episódio em si, apesar de contar com uma imagem mais limpa, ainda é 480p.

O formato wide, que promete fazer valer sua HDTV, também é um remendo, é possível notar que usaram zoom em algumas cenas e foi recortado a parte superior e inferior em outras. É um wide bem safado.

A trilha sonora nova é legal. Me lembrou muito Dragon Ball Z Burst Limit do PS3. A nova dublagem também ficou legal. O som recebeu um belo upgrade no geral.

Se vai ter mesmo só 100 episódios, eu pago para ver. Acredito que vão limar muita enrolação, até porque Dragon Ball Z tem MUITA enrolação, mas diminuir para menos da metade dos episódios e se tratando de algo tão lucrativo como Dragon Ball. Será que os produtores vão resistir?

Se o filme é um belo chute nos bagos dos fãs, o seriado revigora nossa paixão pela obra máxima de Akira Toriyama. Está tudo lá, as lutas, os diálogos espartanos, o humor sujo e o carisma de sempre.

Com uma polida, apenas.

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telecômica

"Assinantes do serviço de banda larga Speedy enfrentam problemas de conexão e navegação na internet desde a noite desta segunda-feira (6) na capital e em diversas regiões do Estado de São Paulo. Segundo dados da área de relacionamento de empresas da Telefônica, cerca de 170 mil usuários foram afetados.

A Central de Atendimento do UOL começou a receber ligações de usuários com problemas por volta das 22h de segunda (6), e o serviço ainda registra queixas de assinantes.

Contatada pela reportagem do UOL Tecnologia, a assessoria de imprensa da Telefônica informou em nota que não existe problema generalizado para acesso ao Speedy. "Existe a possibilidade da ocorrência de anormalidades pontuais, que podem ser consideradas normais no dia-a-dia do serviço de banda larga da Telefônica", diz o comunicado."

Fonte: UOL



Nas palavras da própria telefonica, a banda larga do estado mais rico deste país entra em panes constantes e segundo a mesma isso são eventualidades do dia a dia do consumidor paulista.

Afinal de contas, se ela tem o monopólio da disposição do serviço na maior parte do estado, para que se preocupar com coisas menores como respeito aos consumidores?

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vai de retro



A OLD!GAMERS será a primeira revista nacional a tratar exclusivamente de jogos antigos.

A tendência nasceu na europa, reduto de fãs nostálgico de jogos e sistemas, antigos ou não. A revista RETRO GAMER é uma referência no gênero e deve ser folheada por jogadores com mais de 25 anos. A OLD!GAMER deve seguir a mesma linha, atentendo ao público nacional.

A OLD!GAMER nasceu como mais um boato nos fóruns e foi confirmada no orkut e na mídia especializada como uma publicação a ser lançada em meados de maio em distribuição nas bancas de todo o país. Na comunidade do orkut, o staff da revista (todos ex EGM e variantes) confirmaram que ela será bimestral, tratará apenas de retrojogos, terá entrevistas interessantes, contará com colaboradores e através dela exibiram a capa da primeira edição. Blanka neles.

Vai dar certo? Boa pergunta. O público retro é um dos mais chatos e exigentes, numa comparação com o meio musical nós seriamos os fãs de MPB. Não funciona como essa garotada que compra EGM e afins e se empolga com hypes de coisas que virão a ganhar a luz do dia.

O público retro conhece e ama o seu hobby e agradar esse público sem cometer as famosas gafes comuns das revistas de viodegames brasileiras, será um desafio e tanto. Mas também é um fator que deve puxar para cima a qualidade. Espero.

E restam dúvidas básicas como:

- Quanto custará?
- E a publicidade, como a revista se sustentará?
- Existe público cativo retrogamer para viabilizar tal projeto?

Bom, eu fiquei empolgado com este projeto, uma revista que trata de retrogames é um sonho antigo meu e seu, acredito. É a constatação de que não estamos sozinhos, não somos únicos nesta tendência maluca de utilizar uma Bravia para jogar Nintendinho :)

Assim que eu conseguir ler essa belezinha, passo meu veredicto neste humilde blog.

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raciocínio lógico



Seu Madruga, este grande sábio, demonstra em poucas palavras seu raciocínio lógico e destaca de forma exemplar sua utilização em nosso dia a dia.

De nada.

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evilgambit@hotmail.com

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